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“O valor de um Homem é medido pelo valor das coisas pelo qual se interessa.” Marco Aurélio.

Dando continuidade aos temas abordados no Curso de Filosofia Prática, hoje falaremos dos estóicos.
O estoicismo nasceu em Atenas por volta de 300 a.C. por Zenão de Cício (322 a.C. – 262 a.C.) que fundou o movimento filosófico
dentro das "estoas", espécie de centro culturais em Atenas onde os filósofos se reuniam, e por volta de 100 anos depois, foi introduzida por seus discípulos em Roma.
Na história costuma se lembrar de Roma por Nero, Calígula entre outras personalidades que não deixaram um bom exemplo no período de sua decadência. Porém, pouco se fala dos valores que construíram sua ascensão. Um imperador filósofo, um escravo que se dizia o mais livre dos homens, políticos que serviram o estado com grande dedicação, entre outros personagens fazem parte da filosofia estoica, provando que é possível ser filósofo independente das circunstâncias ou de sua posição social.
Com uma filosofia simples e direta, os estóicos valorizavam uma vida moral, que beneficiasse a todos, ao contrário de pensamentos e atitudes egoístas que valoriza somente a um individuo. Como dizia Epicteto, o filósofo que foi escravo, a quem o imperador Marco Aurélio tomou por mestre:

"Cada ser humano é, primeiro, um cidadão da sua comunidade; mas também é membro da grande cidade dos homens".
O Curso de Filosofia Prática resgata essa mensagem rica em bons conselhos, onde se pode afirmar que o que faz um homem não são suas riquezas ou seu status social. O que faz um homem são suas atitudes.

O IMPERADOR FILÓSOFO Marco Aurélio
O IMPERADOR FILÓSOFO Marco Aurélio

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